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O que você está fazendo com os recursos que Deus te deu?


Em Atos dos apóstolos, no capítulo 1 e versículo 8, é dada uma ordem aos crentes de Jerusalém. Vemos a repetição da ordem missionária dada no final do evangelho de Mateus, mas dessa vez associada à vinda do Espírito Santo. A igreja de Jerusalém fora escolhida para levar o evangelho a todo mundo. Esta era uma igreja de muita oração, obra, doutrina, poder, mas era uma igreja caseira. Sem duvida tratava-se de uma igreja com muitos dons, espiritualista, sobrenaturalista, apostólica. Nela congregavam-se os 11 apóstolos do Senhor e Matias, o que fora escolhido para ocupar o lugar de Judas. Porém, foi uma igreja que jamais reconheceu o seu chamado. A igreja de Jerusalém se auto-centralizou; tudo desejava para si. Não vemos esta igreja abrindo congregações. O que vemos é uma igreja que possuía os mais capacitados obreiros, muitos dons, muito poder, mas incapaz de obedecer. Uma igreja poderosa, mas desobediente, pois jamais aceitou o desafio de evangelizar o mundo, e quando saiu, foi impulsionada pela perseguição. Recebeu muito, e fez pouco.

Já no capítulo 13 do livro de Atos, vemos uma igreja muito diferente daquela primeira. Era uma igreja gentílica, localizada na cidade de Antioquia. É interessante notar que o texto não menciona que esta foi uma igreja cheia de dons, obras, poderosa ou influente. Na verdade, segundo os paradigmas atuais, poderíamos classificá-la (aos olhos humanos) como uma igreja racional, teológica, teórica, tradicional. Sua ênfase não estava no poder, mas no ensino. O texto menciona a existência de doutores nesta igreja, entre os quais se encontrava Paulo de Tarso. É claro que a igreja de Antioquia não desprezava a espiritualidade: vemos que eles jejuavam, oravam. Porém, tudo isso era um complemento, e não um fim em si mesmo. Essa não era uma igreja emotiva, e sim uma igreja racional e obediente. Quando o Espírito Santo falou com a igreja acerca de missões, ela obedeceu e enviou dois de seus maiores líderes, Paulo e Barnabé. Essa foi uma igreja missionária, pois ofertou o que tinha de melhor. Foi uma administradora fiel dos bens recebidos.

A igreja de Jerusalém, aquela que tinha os apóstolos, que recebeu o pentecostes antes que todas, aquela que tinha toda a logística necessária para alcançar o mundo, fossilizou-se. Jamais venceu o próprio preconceito geográfico, nem a soberba genética. Apóstolos, dons, poder, muita unção… Tudo desperdiçado! E ao analisar o livro de Atos, o leitor verá que essa igreja é mencionada e logo entra no esquecimento. Só é lembrada por ocasião do Concílio, ou quando foi objeto da caridade gentílica. Não há mais menção dela em Atos, e pouca recordação há nas epístolas paulinas e gerais. Ela desejou ser uma grande igreja, investiu tudo em si mesma, mas caiu no esquecimento.

Com a igreja de Antioquia foi diferente. Ela não tinha a excelência de possuir entre seus obreiros homens que andaram literal e fisicamente com Jesus. Lá não havia um “colégio apostólico”, apenas alguns profetas e estudiosos das Escrituras, entre os quais Paulo e Barnabé. Ela não possuía todos os predicados que eram perceptíveis na igreja de Jerusalém, mas possuía as duas maiores virtudes missionárias: generosidade e obediência. Eles ofertaram o que tinham de melhor, enviando a dupla missionária aos outros gentios. O que a igreja de Jerusalém não fez, Antioquia fez através de Paulo e Barnabé. Aliás, se fizermos uma regressão cronológica, veremos que Paulo foi um pioneiro no continente europeu, de onde vieram os primeiros missionários para as duas Américas (do norte e latina). Portanto, podemos dizer que nós somos fruto da obra missionária de Antioquia!

Jerusalém é um exemplo de uma igreja que desperdiçou muitos recursos, e Antioquia representa aquelas igrejas que são obedientes e fiéis no pouco. Igrejas como Jerusalém, reúnem-se para si, investem apenas em si mesmos, querem construir um legado, mas a própria providencia se encarrega de apagar-lhes a memória. Um dia, todas elas serão esquecidas. Já as igrejas como Antioquia, deixam um legado permanente.

Concluo esta meditação com algumas perguntas:

1. O que você tem feito com os muitos recursos, talentos, dons que Deus te deu?

2. Que tipo de crente você parece mais: com os de Jerusalém ou os de Antioquia?

3. Qual dessas duas igrejas se parece mais com a nossa realidade eclesiástica brasileira?

4. É possível reverter este quadro? Como?

Quem é Jesus? [2]


"Jesus" é um dos nomes mais conhecidos em todo o mundo e provavelmente você já deve ter ouvido falar alguma coisa relacionada com esse nome. Mas será que você realmente conhece Jesus?

Imagine que você está andando na rua e de repente é abordado por um repórter que pergunta se você conhece um determinado artista famoso ou uma figura bastante conhecida no cenário nacional. Em seguida, ele começa a te perguntar o que você sabe sobre essa pessoa e, provavelmente você saberia responder algumas coisas como, os principais trabalhos em que ele esteve envolvido, talvez algumas informações de sua vida pessoal como, a sua idade, se é casado ou não, se possui filhos, se esteve envolvido em algum escândalo, entre outros. Por se tratar de alguém famoso, ou seja, bastante conhecido, você provavelmente saberia passar algumas informações sobre essa pessoa correto? Coisas que você já ouviu falar ou leu em algum lugar. Mas, e se esse mesmo repórter te perguntasse como esse artista é como pessoa, você saberia responder? Se você refletir sobre essa questão, com certeza concluirá que, a única pessoa que poderia responder a essa pergunta com propriedade é alguém que realmente conhece a pessoa à quem estamos nos referindo. Bem, a mesma coisa acontece quando falamos de Jesus. Muitas vezes "achamos" que conhecemos Jesus por termos ouvido falar ou lido em algum lugar coisas a respeito dele, mas será que realmente o conhecemos? Para sabermos quem é a pessoa de Jesus é preciso antes de tudo conhecê-lo e isso implica em termos uma vida em que ele faz parte.

Alguns fatos sobre Jesus são bastante conhecidos pela maioria e comprovados na Bíblia, que é a Palavra de Deus. Jesus é o filho unigênito de Deus, enviado por Ele, para que todo aquele que nele crer não pereça mas tenha a vida eterna (João 3:16). Enquanto esteve aqui na Terra Jesus ensinou (Marcos 6:34), realizou milagres (João 2:1-11), curou enfermos (Lucas 8:40-56), libertou endemoniados (Lucas 9:42), e mostrou muitas outras evidências de sua autoridade e poder. O fato é que todos pecaram (Romanos 3:23) e Jesus veio para restaurar o reino de Deus (Romanos 5:19), através da obediência ao Pai, morrendo na cruz por nossos pecados (Isaías 53:5). Jesus morreu para nos dar vida! Porém, não devemos lembrar de um Jesus morto, se não, ele não seria diferente de tantos mártires que conhecemos. Jesus veio ao mundo, viveu (Lucas 2:52), morreu (Lucas 23:44-47), mas ressuscitou (Atos 1:3)! Sim, hoje ele vive, e é capaz de perdoar pecados (Marcos 2:10), dar descanso à todos aqueles que estão cansados e oprimidos (Mateus 11:28) e fazer infinitamente mais do que tudo o que pedimos ou pensamos, de acordo com o seu poder que atua em nós (Efésios 3:20).

Talvez você já soubesse anteriormente de algumas coisas sobre Jesus e esse texto o ajudou a saber um pouco mais sobre ele. Mas se você quer realmente saber quem é a pessoa de Jesus e experimentar viver algo diferente, esse é o momento de conhece Jesus e convidá-lo para fazer parte da sua vida!

Creditos: Gospel+

A Síndrome de Uzá


1Cr 13.9: E levaram a arca de Deus, da casa de Abinadabe, sobre um carro novo; e Uzá e Aió guiavam o carro. E Davi e todo o Israel, alegraram-se perante Deus com todas as suas forças; com cânticos, e com harpas, e com saltérios, e com tamborins, e com címbalos, e com trombetas. E, chegando à eira de Quidom, estendeu Uzá a sua mão, para segurar a arca, porque os bois tropeçavam. Então se acendeu a ira do SENHOR contra Uzá, e o feriu, por ter estendido a sua mão à arca; e morreu ali perante Deus.

A intenção de Uzá era proteger a Arca da Aliança. Tal gesto parece ter sido automático, normal para quem estava ali com este objetivo. Provavelmente o fez com a melhor das intenções. Analisado em primeira instância, Uzá seria absolvido, mas apesar de possíveis jurispridências, há pontos a serem ponderados por instâncias superiores. Deus sabe o que está por detrás dos nossos gestos mais nobres, e esse texto é um convite para este tipo de avaliação.

A Arca era o símbolo máximo da presença de Deus. Ela caminhava à frente do povo durante as suas andanças pelo deserto e indicou o ponto exato por onde Israel deveria atravessar o Jordão. Depois da construção de um Templo Fixo, permaneceu intocável no compartimento mais nobre da construção. Perante ela o Sacerdote intercedia pelo povo. Em resumo, o maior protege o menor.

Na dispensação atual, a Igreja assumiu a posição de indicadora do caminho que leva a Deus. Alguém que conduz adiante a Obra de Deus, pode ser tentado a ter uma postura paternal em sua relação com a Igreja. Uma enganosa sensação de essencialidade ministerial. Ora, quem leva adiante a Obra de Deus não leva a Deus. A Obra é resultado da misericórdia do Senhor para conosco, inclusive para com aqueles que a conduzem. Isto nos coloca na posição de absoluta e total submissão a direção dada pela Arca.

Somos prestadores de serviço, um meio e não o fim. Servos e não os donos. Aqueles a quem servimos são os nossos patrões e não a nossa propriedade. A Igreja e não o seu condutores está em posição privilegiada em relação ao governo de Deus. Estamos sob a liderança da a Igreja (Arca) e não sobre ela. Uma atitude diferente desta é um sintoma de fomos mordidos pelo vírus causador da perigosa síndrome de Uzá. Estamos sob ameaça de iminente extermínio ministerial e talvez eterno (Leia mais em Et 3.4 e Hb 13.17).

Faça isto: Coloque-se no seu devido lugar.


Ubirajara Crespo

Verdadeiro Natal


Não é porque o mundo ocidental, principalmente, se volta para comemorar o Natal nesta época do ano que nós o fazemos. Na verdade, o nosso Natal é comemorado de uma maneira completamente diferente do mundo.

Comemoramos o nascimento de Cristo todos os dias do ano! Sim, esta é a mensagem do Evangelho: E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, cheio de graça e de verdade... (João 1:14). Não há um culto sequer, durante o ano, em que deixemos de louvar a Deus pela vinda de Jesus para ser o nosso Redentor.

Comemoramos o Natal com consciência de quem é Jesus e do que Ele fez por nós. Sabemos que Jesus é eterno, que no princípio Ele era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus (João 1:1). Compreendemos que o homem Jesus foi a encarnação do Filho de Deus, e que todas as coisas (o Universo) foram feitas por intermédio dele (Jesus), e sem ele nada do que foi feito se fez (João 1:3).

Entendemos que a vinda de Jesus ao mundo é prova do grandioso amor de Deus por nós. Comemorar o Natal é um privilégio quando lembramos que Deus amou o mundo (a nós) de tal maneira que deu Seu Filho... (João 3:16).

Ao louvarmos a Deus pelo Natal de Cristo estamos, também, reconhecendo o que somos: mas a todos quantos o receberam, aos que crêem no seu nome, deu-lhes o poder de se tornarem filhos de Deus. (João 1:12).

Assim, o Natal não se comemora somente na segunda quinzena de dezembro, mas durante todo o ano. Não se comemora comendo, bebendo ou comprando presentes compulsivamente. O Natal se comemora servindo a Deus, adorando, louvando ao Senhor e Salvador Jesus Cristo.

Por: Paulo Rogério Petrizi

Vida Passageira



Deste aos meus dias o comprimento de um palmo; a duração da minha vida é nada diante de ti. De fato, o homem não passa de um sopro. Salmos 39:5

Se pudéssemos ter consciência do quanto nossa vida é passageira, talvez pensássemos duas vezes antes de jogar fora as oportunidades que temos de ser e de fazer os outros felizes.
Muitas flores são colhidas cedo demais. Algumas, mesmo ainda em botão.
Há sementes que nunca brotam e há aquelas flores que vivem a vida inteira até que, pétala por pétala, tranqüilas, vividas, se entregam ao vento.

Mas a gente não sabe adivinhar. A gente não sabe por quanto tempo estará enfeitando esse Éden e tampouco aquelas flores que foram plantadas ao nosso redor. E descuidamos. Cuidamos pouco. De nós, dos outros. Entristecemos-nos por coisas pequenas e perdemos minutos e horas preciosos. Perdemos dias, às vezes anos. Calamos-nos quando deveríamos falar; falamos demais quando deveríamos ficar em silêncio. Não damos o abraço que tanto nossa alma pede porque algo em nós impede essa aproximação. Não damos um beijo carinhoso 'porque não estamos acostumados com isso' e não dizemos que gostamos porque achamos que o outro sabe automaticamente o que sentimos. E passa a noite e chega o dia, o sol nasce e adormece e continuamos os mesmos, fechados em nós. Reclamamos do que não temos, ou achamos que não temos suficiente. Cobramos dos outros, da vida, de nós mesmos. Consumimo-nos.

Costumamos comparar nossas vidas com as daqueles que possuem mais que a gente. E se experimentássemos comparar com aqueles que possuem menos? Isso faria uma grande diferença.
E o tempo passa... Passamos pela vida, não vivemos. Sobrevivemos, porque não sabemos fazer outra coisa. Até que, inesperadamente, acordamos e olhamos pra trás. E então nos perguntamos: "E agora?".
Agora, hoje, ainda é tempo de reconstruir alguma coisa, de dar o abraço amigo, de dizer uma palavra carinhosa, de agradecer pelo que temos. Nunca se é velho demais ou jovem demais para amar, dizer uma palavra gentil ou fazer um gesto carinhoso.
Não olhe para trás. O que passou, passou. O que perdemos, perdemos. Olhe para frente!
Ainda é tempo de apreciar as flores que estão inteiras ao nosso redor.
Ainda é tempo de voltar-se para Deus e agradecer pela vida, que mesmo passageira, ainda está em nós. Pense. Não perca mais tempo!

Autoria Desconhecida

Quem é Jesus?


Quem é Jesus?
No campo da química, transformou água em vinho.
Em biologia, nasceu sem passar pelo processo natural de concepção.
Na física, quebrou a lei da gravidade ao ascender aos céus.
Na economia, fez melhor que a segurança social e alimentou 5000 homens com cinco pães e dois peixinhos.
Na medicina, curou doentes sem receitar um único medicamento.
No campo da história, Ele é o princípio e o fim.
Na política, Ele diz que é chamado de Conselheiro e Príncipe da Paz.
No campo da religião, Ele diz que ninguém vai ao Pai a não ser por meio dele.

Então quem é Ele afinal? Ele é Jesus!
Aquele que apesar de não ter servos, foi chamado de Senhor.
Não tinha curso, mas chamaram-lhe Mestre.
Não passava receitas, mas mesmo assim é o médico dos médicos.
Não tinha exército, mas os reis da altura tinham medo Dele.
Não cometeu nenhum crime, mas morreu na cruz.
Foi sepultado, mas vive para todo o sempre.
Queres saber quem é Jesus? Aceita-o com todo o teu coração e verás!

Créditos site: Viva a vida com Jesus

10 Razões por que todo cristão deve frequentar a EBD

Clique na imagem para ampliá-la, e conheça estes 10 bons motivos. Vale a pena!!



IMPORTANTE:
Apoie de todas as formas a EBD, pois ela é o principal departamento de sua igreja!

Se não puder viver por si mesmo...


Se não puder viver por si mesmo,

Viva pelo dia que amanhece para dar luz a você, à milhares de pessoas, animais e plantinhas que necessitam do seu calor.

Viva pela chuva que o céu verte quando

está nublado, que irriga a terra para nos produzir alimento, que irriga o rosto das crianças que brincam inocentemente abaixo da torrente fresca.

Viva por todos aqueles que precisam conhecer o que você conhece, precisam saber o que você sabe, e só você pode ensiná-los. Eles precisam te encontrar!

Viva pelas sobremesas gostosas que estão sendo inventadas em vários lugares do mundo neste exato momento. Mas se não gostar de doces, viva então pelos salgados, pelo bom ovo frito com pão. Viva para prová-los!

Viva pelos pequeninos que ainda irão nascer e buscarão teu rosto entre a multidão para lançar-lhe um de seus primeiros sorrisos, ou quem sabe um beijo atirado sem muita mira. Sua presença será fundamental para ajudá-los a desenvolver o tato social!

Viva pelas borboletas que desejam alcançar a janela de seu quarto e encontrá-la aberta para lhe fazerem uma visita. Viva para vê-las batendo suas asinhas coloridas, cheias de energia e de vida!

Viva pelo motorista do ônibus que já conhece o seu etinerário e espera encontrá-lo a cada novo dia!

Viva por aqueles por quem você passou e lhes deixou alguma impressão que o manteve vivo em suas memórias por muito tempo depois, e você nem soube!

Viva pelas criaturinhas que nascem, chocam, desovam, e precisam da proteção e do livramento que suas mãos podem lhes oferecer!

Viva pelos escritores que pensam nos momentos de tristeza e vontade de desistir que você vive para lhe escreverem palavras bonitas e de ânimo, lançando-as ao público com fé que irão chegar até seu coração!

Viva por todos que em semelhantes momentos de tristeza e desânimo desejam conhecer alguém especial que possa lhes confortar por saber e entender como eles se sentem. Eles precisam saber que você existe!

Viva porque Deus te amou tanto, mas tanto, que deu o filho dele, Jesus Cristo, para morrer na cruz no seu lugar e lhe garantir direito a salvação eterna. Viva para conhecer o Deus que te ama tanto assim!

Viva por cada coisinha, cada segundo e cada ser. Comece! De repente você se dará conta de ter aprendido o prazer que é viver por si mesmo sendo um com o Universo, com a vida que te saúda a cada nascer do Sol.

Viva e descubra a peça de extrema importância e significado que você é para a vida de muitos!

Missões : China detém 46 cristãos em Xinjiang, região próxima ao Tibete



"O grupo de cristãos foi detido na região de Kashi City, no domingo, 13 de abril, por manter estudos bíblicos e realizar um culto de adoração em uma residência privada, sem a devida permissão do governo, informou a Associação de Ajuda à China (CAA, sigla em inglês), falando em nome dos cristãos.

A maioria deles foi libertada sob fiança depois que eles foram forçados a confessar as atividades de adoração dominicais ilegais e se comprometeram a estudar o Manual do Governo de Política Religiosa, disse a CAA.

Também lhes foi exigido devolver e recitar a política religiosa a funcionários no prazo de uma semana.

Dois outros, uma mulher cristã chinesa, Ma Wenxiu, de 42 anos, e um homem cristão, Ding Zhichun, 40 anos, foram condenados a detenção de 15 dias no centro carcerário do município de Shache, perto de
Campanha de submissão política e religosa, como no Tibete
A detenção de Ding Zhichun está aparentemente relacionada à decisão dele de abrir sua casa para cultos de adoração.

Funcionários do governo lançaram uma campanha estratégica contra membros de igrejas domésticas na Região Autônoma de Xinjiang, intitulada de Campanha contra de atividades cristãs ilegais, disse a CAA, que sempre está em contato íntimo com cristãos na região.

Segundo a CAA, a recente sanção severa em Xianjiang é semelhante à campanha contínua que o governo tem lançado contra em Tibete, onde monges budistas estão sendo forçados a jurar submissão à política religiosa estabelecida pelo governo e a denunciar o Dalai Lama.

Autoridades chinesas rejeitam fortemente as alegações de abusos contra os direitos humanos, enquanto acusam exclusivamente o Dalai Lama de reluzir violência no Tibete”. O Dalai nega essas acusações."


É isso aí. 2008, ano de Olimpíadas, e a China tendo todas as atenções do mundo voltadas para si. Ainda assim, o regime autoritário não exita em tomar certas atitudes.

Obviamente, este não foi o primeiro caso, e, infelizmente, não deve ser o último.

Isso nos faz refletir na importância de se falar de Deus aos chineses, ao mesmo tempo que nos angustia com o fato de sabermos que os missionários estão arriscando suas vidas neste lugar. Portanto, precisamos orar por eles, e por todos os chineses, cristãos ou não. Reflitamos um pouco sobre a importância dos missionários para a realizaçãoda obra de Deus, bem como em suas necessidades, afinal eles estão praticando o "ide" que Cristo nos ordenou.

Você sabe me explicar qual o sentido do ovo de Páscoa?

A existência da vida está intimamente ligada ao ovo, que simboliza o nascimento.
Sem mais nenhuma informação adicional, silencia-se o comentário por este tão difundido e desejado simbolo pascoal da atualidade. Nós da Jubame, Conseguimos algumas informações valiosas, vale apena conferir
(Dê maior atenção as partes em Negrito):

"A tradição de presentear com ovos - de verdade mesmo - é muito, muito antiga. Na Ucrânia, por exemplo, centenas de anos antes de era cristã já se trocavam ovos pintados com motivos de natureza - lá eles têm até nome, pêssanka - em celebração à chegada da primavera.
Os chineses e os povos do Mediterrâneo também tinham como hábito dar ovos uns aos outros para comemorar a estação do ano. Para deixá-los coloridos, cozinhavam-nos com beterrabas. Mas os ovos não eram para ser comidos. Eram apenas um presente que simbolizava o início da vida. A tradição de homenagear essa estação do ano continuou durante a Idade Média entre os povos pagãos da Europa. Eles celebravam Ostera, a deusa da primavera, simbolizada por uma mulher que segurava um ovo em sua mão e
observava um coelho, representante da fertilidade, pulando alegremente ao redor de seus pés.

Os cristãos se apropriaram da imagem do ovo para festejar a Páscoa, que celebra a ressurreição de Jesus - o Concílio de Nicéia, realizado em 325, estabeleceu o culto à data. Na época, pintavam os ovos (geralmente de galinha, gansa ou codorna) com imagens de figuras religiosas, como o próprio Jesus e sua mãe, Maria.

Na Inglaterra do século 10, os ovos ficaram ainda mais sofisticados. O rei Eduardo I (900-924) costumava presentear a realeza e seus súditos com ovos banhados em ouro ou decorados com pedras preciosas na Páscoa. Não é difícil imaginar por que esse hábito não teve muito futuro.

Foram necessários mais 800 anos para que, no século 18, confeiteiros franceses tivessem a idéia de fazer os ovos com chocolate - iguaria que aparecera apenas dois séculos antes na Europa, vinda da então recém-descoberta América. Surgido por volta de 1500 a.C., na região do golfo do México, o chocolate era considerado sagrado pelas civilizações maias e astecas. A imagem do coelho apareceu na mesma época, associada à criação por causa de sua grande prole." Fonte: História Abril.com
Misticismo e sincretismo é o que percebemos nos atuais simbolos de Páscoa.

As partes em Negrito, cita claramente a verdadeira origem desse que hoje é considerado um simbolo do cristianismo, e que infelizmente, uma EDITORA EVANGÉLICA tem difundido de modo tão simples e divertido, incutindo na cabeça de nossas crianças um mundo totalmente fora do contexto cristão.

VERDADEIRO SENTIDO:
Páscoa porém é uma história central do Antigo Testamento. Foi naquela noite fatídica que o povo de Deus foi salvo da tragédia da morte dos primogênitos, porque um cordeiro tinha sido sacrificado e o seu sangue havia sido aplicado sobre as vergas das portas. Esta é a história épica da libertação do povo de Deus do cativeiro, com mão forte e poderosa. A Bíblia fala que Jesus é o nosso cordeiro pascal. O cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo é Jesus. Foi ele quem foi imolado na cruz por nós. Ele sofreu o castigo que nos traz a paz. Deus lançou sobre Ele a iniqüidade de todos nós. Ele, como ovelha muda, foi para o matadouro, carregando sobre o seu
"Não estamos proibidos de comer chocolate, mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa"

corpo, no madeiro, os nossos pecados. Ele se fez maldição por nós. Ele se fez pecado por nós. Ele morreu exangue na cruz, adquirindo para nós eterna redenção. Esta é a história da nossa alforria. É a história da nossa libertação do cativeiro. É a história da nossa eterna salvação. Não podemos deixar que ela seja distorcida e diluída em chocolate. Não podemos permitir que o maior de todos os sacrifícios, vivido na hora mais amarga do Filho de Deus, bebendo sozinho o cálice da ira divina, seja reduzido a um festival de gastronomia. O coelho é um intruso (e como vimos, um simbolo pagão) que nada tem a ver com a festa da páscoa. Esta festa é a festa do cordeiro, do Cordeiro de Deus. Ele sim, deve ser o centro, o conteúdo, a atração e a razão de ser desta festividade. Que a nossa família possa estar reunida não em torno do ovo de chocolate, mas em torno de Jesus, o Cordeiro que foi morto, mas vive pelos séculos dos séculos, tendo a certeza que estamos debaixo do abrigo de seu sangue. Pense nisto: "Cristo, que é a nossa páscoa, já foi sacrificado por nós." Não estamos proibidos de comer chocolate, mas não devemos ignorar o verdadeiro sentido da páscoa. Temos, sim, uma comemoração relacionada a essa festa: a ceia do Senhor. Esta é a nossa páscoa. Não realizada apenas uma vez por ano, mas todas as vezes que comemos os alimentos sem fermento, o pão e vinho, em memória da morte do Senhor Jesus. Estamos assim, a família do Senhor, simbolicamente comendo a carne do cordeiro e bebendo o seu sangue. Nesse momento, nos recordamos que éramos escravos no Egito, o mundo, e que Faraó, Satanás, nos mantinha sob o seu domínio. Mas, naquela tarde de páscoa, o Cordeiro de Deus, o primogênito de Deus, morreu em meu lugar, no seu lugar. Regozijemo-nos e alegremo-nos na certeza que o anjo da morte não nos alcançará, pois :"Nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8:1)
Misticismo e sincretismo é o que percebemos nos atuais simbolos de Páscoa. Cabe a você, reponsável, por permitir que estes simbolos nada inocentes permaneçam invadindo o seu lar e a vida de seus familiares.

O Amor de Jesus




Amados irmãos em Cristo,
Observem esta belíssima letra, acompanhada dos versículos 8 e 9 do capítulo 13 de Romanos:



“Não entendo o por quê de tanta denominação.
Tantos nomes só fazem aumentar nossa divisão.
Muitos títulos, muitas leis, tantas regras banais,
Dificultando a vida ainda mais...
Existe algum valor em tanta discussão?
Por que se afogar nesse mar de confusão?
O que é mais importante? Quem sai ganhando afinal?
Eu não posso esquecer o essencial!

Amar ao meu irmão, assim como Jesus me amou!
Amar ao meu irmão como Jesus me ensinou!
Amar ao meu irmão, assim como Jesus me amou!
Amar ao meu irmão...

Será que sabemos qual é a nossa missão?
Uma única família, uma única visão!

Talvez um dia a gente entenda
O que é, na verdade, ser cristão:
Praticar neste mundo nossa pregação.
Como posso pensar e dizer que amo a Deus,
Se não consigo viver em amor com meu irmão?
A quem estamos enganando? Não adianta disfarçar!
O que a gente faz fala muito mais do que só falar!

Amar ao meu irmão, assim como Jesus me amou!
Amar ao meu irmão como Jesus me ensinou!
Amar ao meu irmão, assim como Jesus me amou!
Amar ao meu irmão...

Isso resume, sim,
Nossa história aqui:
O novo mandamento que devemos seguir!”

ROMANOS 13: 8-9

"A ninguém devais coisa alguma A não ser o amor, Porque quem ama cumpriu a lei. Não adulterarás, não matarás, Não furtarás, não darás falso testemunho, Não cobiçarás! E se há algum outro mandamento Tudo neste se resume: Amarás ao teu próximo como a ti mesmo!"

Pois, bem. Andei refletindo bastante sobre a letra desta música do Fruto Sagrado. Ela não é, essencialmente uma adoração a Deus, mas, ainda assim, O exalta. Exalta a Jesus Cristo, em especial o Seu “Novo Mandamento”: o Amor. Como seria lindo se todos amássemos e fôssemos amados pelos outros, inclusive nossos inimigos. Mas, como amar nosso inimigo? Como criar afeto por um assassino ou um estuprador, por exemplo? Jesus teria cometido um equívoco ao pronunciar estas palavras? É comum confundirmos esta palavra (Amor) com o que realmente Cristo quis dizer. E isso acontece, devido ao paradigma que nós recebemos desde cedo e ainda o cultivamos de relacionar o Amor ao sentimento. Acostumamo-nos a pensar no amor como afeto, carinho, ternura, atração. Claro que isso também corresponde ao amor, mas não foi exartamente o que Jesus quis passar para os seus discipulos nem para nós mesmos.

Para facilitar o entendimento, lembremos que o Novo Testamento, como conhecemos hoje, teve muitas partes traduzidas do grego. E os gregos tinham várias palavras para descrever o amor, em suas muitas faces. Eros, por exemplo, corresponde à atração física; storgé, à afeição, carinho; philos, à fraternidade; e, finalmente, agapé, que diz respeito ao amor baseado no comportamento com os outros, sem exigir nada em troca. Este é o Amor citado por Jesus no Novo Testamento.

Portanto, não precisamos fingir que as pessoas más não são más. Não somos obrigados a sentir afeto por alguém que não nos agrada, até por quê não podemos fabricar nossos sentimentos a qualquer momento.

Como, então demonstrar este amor? Como podemos proceder amorosamente diante de situações ruins? A resposta está no capítulo 13 de I Coríntios, onde Paulo nos dá uma clara definição do Amor agapé. Em síntese, este amor é bondade, humildade, paciência, respeito, perdão, honestidade, confiança... nada de sentimentos, só comportamentos e atitudes.

Cetamente, amando ao próximo como a si mesmo, valendo-se da empatia, e amando a Deus sobre todas as coisas, conseguiremos pôr em prática tudo o quanto Ele nos ordenar. Nunca é tarde para amar!

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